terça-feira, 19 de outubro de 2010

Como criar sua conta no gmail



Criar uma conta no gmail é simples e rápido, o serviço de e-mail é oferecido gratuitamente pelo google. É uma ótima opção de e-mail pessoal ou secundário. E para criarmos o blog temos que ter uma conta no gmail




Acesse o site gmail.com, aparecerá este formulário no lado direito da tela.


Agora acesse o botão






Preencha o formulário com seus dados corretamente.






Verifique a disponibilidade do seu e-mail, digite uma senha relevante (para obter uma senha relevante misture números e letras), digite os dados que aparecem na imagem no fim do formulário, em seguida aceite os termos e condições e confirme neste botão.





Retirado daqui: http://osegredodosblogs.blogspot.com/2009/09/criar-conta-no-gmail.html

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Vídeo e tarefa

Atividade: Assistir o vídeo: “Do sonho aos ares” (Santos Dumont) 




 O vídeo “Do sonho aos ares” faz parte do acervo virtual do Portal Domínio Público - Biblioteca virtual à disposiçãop de todos os usuários da rede mundial de computadores (Internet).

Tarefa: Relacionar os pontos mais importantes que surgiram, a partir das questões:
Como a história no vídeo pode relacionar com a evolução tecnológica em geral e com a informática em particular?

Essa evolução afeta nossas vidas?

Como a informática pode modificar a sua vida profissional e pessoal?

Alguma vez você sentiu necessidade de acessar a Internet? Por qual motivo?
E agora? Onde vamos responder as questões acima?
Você percebeu que estamos trabalhando na internt, usando um BLOG (diário eletrônico).
Logo abaixo, tem um espaço para comentários. Clique e expresse sua opinião.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Vídeos para escolha do tema do trabalho

Esses vídeos são os que assistimos nesse primeiro encontro na sala de informática.
LEMBREM - SE: Cada turma deve escolher o tema do seu trabalho.  A ESCOLHA É DE UM TEMA PARA O GRUPO TODO.


os vídeos são os seguintes:

 1 - Revolução Industrial:
   

2 - Educação e Tecnologia:





3 - O impacto da tecnologia da informação na vida social:





4 -Criança, a alma do negócio - influência da mídia sobre as crianças:






5 -Viciado em World of Warcraft - o perigo da internet:




Assistam quantas vezes for preciso, para que na próxima aula, os grupos que ainda não decidiram o tema já possam decidir.


Elaine e Kelly

terça-feira, 12 de outubro de 2010

2° Encontro - aula 1

Tecnologias no Cotidiano: desafios à inclusão digital e social
A chegada das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) na escola traz desafios e problemas, cujas soluções vão depender das potencialidades de cada escola, do trabalho pedagógico que nela se realiza, do seu corpo docente e discente, de sua comunidade interna e externa, dos propósitos educacionais e das estratégias que proporcionam aprendizagem.
Não há um só caminho, nem uma só solução. Ao contrário, há uma gama de possibilidades por meio das quais poderemos encontrar novas respostas para velhas perguntas.
Objetivos de aprendizagem desta unidade de estudo e prática:
  • Conceituar o que são mídias e tecnologia e a evolução desses conceitos;
  • Refletir sobre a utilização e a importância dos computadores e da internet na sua vida e na educação;
  • Conhecer alguns recursos básicos do computador.
Olhe a sua volta. Muitos dos objetos presentes em nossa vida cotidiana são ferramentas como livro, giz, apagador, papel, caneta, sabonete, talher, televisor, telefone, câmera fotográfica, aparelho de som, vídeo, computador.
Vivemos num cenário de constantes e aceleradas mudanças, provocadas pelos avanços científicos e tecnológicos e por transformações sociais e econômicas.
Na sociedade contemporânea pós-moderna, a tecnologia e, principalmente, a informática estão presentes em toda parte. Na hora de votar, por exemplo, a urna eletrônica é um computador. Para sacar dinheiro, muitas vezes usamos um caixa automático. Nos dois casos, apertamos botões, dando instruções que precisam ser cumpridas para que as máquinas executem as ações desejadas.
Que tal conhecer alguns recursos básicos do Computador?
1. Computador, que máquina é essa? Vamos usá-la?

http://pt.wikipedia.org/wiki/Computador_pessoal#Componentes_de_um_PC

Ao ligar o PC, o sistema operacional (software básico) entra em funcionamento. Pode-se dizer que o sistema operacional é o elo entre o homem e a máquina, criando uma interface amigável para o trabalho a ser realizado. Esse sistema permite o funcionamento do hardware (parte física do PC e que corresponde ao conjunto dos componentes eletrônicos e mecânicos que dele fazem parte, como monitor, caixas de som, teclado, placa-mãe, placa de vídeos, memórias, entre outros) e sua comunicação com os demais softwares do computador.
Mas para que possamos trabalhar com o PC, além do sistema operacional, são necessários programas - denominados softwares aplicativos - que contêm sequências de instruções e operações que o hardware (processador) executará.
São exemplos de softwares aplicativos os editores de texto, planilhas eletrônicas, jogos, navegadores.



Texto e atividade da semana:

Por que precisamos usar a tecnologia na escola?

As relações entre a escola, a tecnologia e a sociedade

Por Edla Ramos (2006)

Se este texto estivesse sendo lido por você a vinte e tantos anos atrás, uma questão que provavelmente apareceria seria se deveríamos ou não usar as novas (nem tanto mais) tecnologias na educação. No início da década de 80, havia o anseio de que essa tecnologia poderia produzir a massificação do ensino, descartando a necessidade do professor, ou que pudesse levar à aceleração perigosa de estágios de aprendizagem com conseqüências graves. Argumentava-se também sobre o disparate de usar microcomputadores em escolas que eram carentes de outros tantos recursos. Hoje em dia, no entanto, já há bastante concordância sobre o fato de que a informática deva ser incorporada ao processo educacional. Permanecem, contudo, as dúvidas sobre por que (ou sob qual perspectiva) e sobre como essa incorporação deve acontecer.

Se você também não se contenta com esse argumento, está convidado(a) para uma reflexão mais ampla acerca do tema! Neste texto, apresento diversos argumentos para demonstrar que a superação das exclusões não vai se dar pela via da empregabilidade apenas. A crise que estamos vivendo vai muito além do desemprego, pois estar empregado é condição necessária, mas cada vez menos suficiente, para a cidadania.

É preciso superar a lógica da empregabilidade, pois esta não dá conta da sutileza e da complexidade da relação entre escola, tecnologia e sociedade. Não contribui também para a construção de uma educação para a solidariedade, para a equidade, para o consumo ecologicamente sustentável. Está impregnada por um conceito de desenvolvimento predatório e dependente.

Em síntese, como diz Hugo Assmann (1998), não basta educar a massa trabalhadora para alimentar a máquina produtiva, é preciso educar para provocar indignação frente à aceitação conformista da relação tecnologia X exclusão. É preciso formar cidadãos aptos a construir uma sociedade solidária, principalmente quando se considera que uma sociedade sensivelmente solidária precisa ser permanentemente reconstruída. Cada geração precisa aprender a dar valor à solidariedade.

A educação para a solidariedade persistente se perspectiva como a mais avançada tarefa social emancipatória. (ASSMANN, 1998, p. 21).

O uso ou a incorporação das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) nos processos educativos tem implicações que ultrapassam de longe os muros de uma sala de aula ou de uma escola. Afinal, estas tecnologias favoreceram grandes mudanças neste período que está sendo chamado de revolucionário.

Analisando a história da nossa civilização, percebemos que em vários momentos ocorreram

mudanças revolucionárias no modo como o homem vivia. Aprofundando a nossa análise destas revoluções históricas, percebemos que entre seus motivos estava sempre a invenção de alguma ferramenta que expandiu a nossa capacidade de ação sobre o mundo (ou sobre a nossa realidade), ou, que expandiu a nossa capacidade de comunicação e de expressão. Tomemos como exemplo a revolução industrial com seus inventos principais: a máquina a vapor e a criação da imprensa. As novas tecnologias ampliam essas capacidades de modo extraordinário, e, por isso, a dimensão das mudanças que elas estão produzindo vem gerando profundas crises e desequilíbrios. O mercado de trabalho, que afeta a vida de todos, também vem se transformando continuamente: muitas profissões e postos de trabalho foram extintos; novos produtos são criados constantemente; há desemprego em muitos setores e falta de trabalhadores noutros.

A mutação das técnicas produtivas é acompanhada por novas formas de divisão do trabalho e, logo também, pelo surgimento de novas classes sociais, com o desaparecimento e a perda de poder das classes precedentes, por uma mudança da composição social e das próprias relações políticas. (ROSSI apud MUSSIO, 1987, p. 20).

Novamente voltando, alguns anos atrás havia grandes expectativas sobre os efeitos da expansão do uso destas tecnologias. Muitos estavam bastante otimistas, mas já havia quem alertasse que não deveríamos sê-lo, pois “nada está decidido a priori” (LÉVY, 1993,p. 9). Lévy nos lembrava já em 1993 que teríamos que inventar como gostaríamos que esta nova sociedade da informação fosse, do mesmo modo que inventamos a sua tecnologia. Ele ressaltava que havia um grande descompasso e distanciamento entre “a natureza dos problemas colocados à coletividade humana pela situação mundial da evolução técnica e o estado do debate coletivo sobre o assunto.” (LÉVY, 1993, p. 7).

Hoje em dia a realidade já não nos permite mais ser otimistas. É um fato bastante triste que no mundo de hoje, onde nunca tanta riqueza foi produzida, há tanto ou mais fome, doenças e injustiças do que sempre houve. Logo, tanta tecnologia por enquanto não produziu os efeitos desejados. Está ficando bastante claro que a forma de uso que damos às TIC é determinante nas respostas dadas a todas as questões que apresentamos acima. De modo geral, pode-se dizer que a tecnologia abre muitas possibilidades, mas a determinação do que vai se tornar realidade, dentre o que é possível, é do âmbito da política. Então, se queremos uma tecnodemocracia, vamos precisar formar os sujeitos para isso. Precisamos pensar em alfabetização tecnológica para todos, pois quem não compreende a tecnologia não vai poder opinar sobre o que fazer com ela. Felizmente a sociedade está mais atenta sobre esta necessidade e tem buscado equipar as escolas; há também muitos projetos de inclusão digital que buscam ampliar o acesso às novas tecnologias.

Mas, o quadro ainda não é satisfatório. Segundo dados de 2008 do Comitê Gestor da Internet, no Brasil a taxa média brasileira de acesso à internet nos domicílios é de 20%. Esse já parece ser um número interessante, mas não se pode esquecer que esta é só a taxa média, há grande diferença entre as regiões, sendo a região sudoeste a mais conectada, com 26%, e as regiões norte e nordeste

as menos conectadas, com 9%. Essa diferença se propaga por qualquer critério que esteja relacionado com os indicadores econômicos e sociais. Uma rápida olhada nos dados do mapa permite

concluir que o Brasil conectado é essencialmente urbano, bem educado, bem alimentado e branco.

É importante também considerar que a escola é um lugar especialmente adequado para a

promoção da inclusão digital, uma vez que a maioria dos jovens a frequenta num tempo em que

estão bastante abertos ao aprendizado. Além disso, o uso coletivo que ali se pode dar aos computadores torna a inclusão digital a partir das escolas um investimento socialmente relevante.

A melhor forma de combater o apartheid digital a longo prazo é investir diretamente nas escolas, de modo que os alunos possam ter acesso desde cedo às novas tecnologias. (BAGGIO, 2003).

No Brasil, o número de escolas com computadores e acesso à internet ainda está muito

longe do ideal. Resultados de 2005 indicavam que o uso da internet nas escolas é ainda muito baixo. Segundo a pesquisa, apenas 5,4% da população com 10 anos de idade ou mais declarou ter usado a internet na escola.

Há outro estudo mais objetivo que aponta que das 142 mil escolas brasileiras, apenas 8% dispõe de Internet com velocidade superior a 512 Kbps. (SANTOS, 2008).

Tentando mudar esta realidade, o governo Brasileiro muito recentemente lançou o Programa

Banda Larga nas Escolas, em parceria com as operadoras de telefonia fixa. O programa pretende que todos os alunos das escolas públicas do ensino fundamental e médio situadas na área urbana tenham acesso à Internet banda larga (2 megabits) até o final de 2010.

Suponhamos, então, que, como nação, tenhamos realizado um grande esforço e investimento

e tenhamos chegado a promover a alfabetização tecnológica para todos. Ainda assim não teria sido o bastante. Vamos fazer uma comparação com a alfabetização para a escrita e a leitura. Sabemos muito bem que o que é entendido como ser alfabetizado muitas vezes é apenas ter atingido a capacidade de ler uma página impressa e de assinar o próprio nome. Sabemos que um cidadão precisa muito mais do que isso. Um cidadão precisa poder decidir sobre o que quer ler e ter acesso aos materiais que lhe interessam; precisa poder escrever com competência sobre o que desejar; e, acima de tudo, precisa, quando julgar necessário, ter assegurado o direito de ser lido.

O que queremos dizer é que a massificação de competências técnicas é necessária, mas não é suficiente. É preciso mais. É preciso promover compreensão crítica sobre as tecnologias. Piero Mussio, abordando a questão da alfabetização tecnológica, destaca:

Há dois níveis de compreensão de um instrumento tecnológico. O primeiro é o da compreensão técnica, típico dos especialistas [...] O segundo nível é o da compreensão do uso do instrumento [...] sendo capaz de avaliar, julgar o instrumento proposto não por seus mecanismos internos mas pelas suas funções (globais) externas. (MUSSIO, 1987, p. 16).

Mussio lembra que é preciso fazer crescer a consciência do significado cultural do

instrumento de forma a minimizar a “delegação” de poder aos especialistas. Nesse nível de compreensão, o usuário passa a naturalmente ser ator do projeto de inserção tecnológica. Acontece que esta atuação para se tornar explícita exige um processo trabalhoso de aprendizado, de compreensão e de adaptação. A questão que Mussio levanta nesta problemática é:

‘como permitir a quem quiser usar convenientemente um artefato tecnológico informar-se, não para ser civilizado ou alfabetizado apenas, mas para melhorar a si mesmo, ativando funções críticas autônomas de avaliação de tais sistemas, por aquilo que fazem e pelo modo como fazem’. (RAMOS,1996, p. 6).

Em outras palavras, já que as novas tecnologias mudam profundamente os meios de produção e de consumo, o que está em jogo é o controle político e social desses meios. Illich (1976) lembra que as próprias características técnicas dos meios de produção podem tornar impossível este controle. Novamente, é preciso compreender a tecnologia para poder dizer como elas devem ser. Vemos assim que, para Illich, dominar uma ferramenta é muito mais do que aprender a usá-la, significa a garantia da possibilidade de se definir conjuntamente o que vamos fazer com elas.

A intenção com o que foi até agora dito é a de sublinhar a necessidade de criar posturas

autônomas e críticas de aprendizado sobre a tecnologia. Boff (2005) explicita essa idéia dizendo que precisamos educar os sujeitos para que sejam críticos, criativos e cuidantes. Ser crítico, para ele, é a capacidade de situar cada evento em seu contexto biográfico, social e histórico, desvelando os interesses e as conexões ocultas entre as coisas. É ser capaz de responder: quais tecnologias servem a quem? Boff (2005, p. 9) explicita que somos criativos quando vamos além das fórmulas convencionais e inventamos maneiras surpreendentes de expressar a nós mesmos [...]; quando estabelecemos conexões novas, introduzimos diferenças sutis, identificamos potencialidades da realidade e propomos inovações e alternativas consistentes.

Enfim, ser criativo significa ser capaz de recriar-se e de recriar o mundo, ou de inventar

as tecnologias que queremos. Por último, e mais importante, é preciso sermos cuidantes. Ser cuidante é ser capaz de perceber a natureza dos valores em jogo, de estarmos atentos ao que verdadeiramente interessa, discernindo que impactos nossas ideias e ações têm sobre as outras pessoas, e sobre o planeta. Sem o cuidado e a ética esvaziamos as capacidades críticas e criativas, pois, não nos esqueçamos que vivemos um tempo em que nossas ações estão em vias de inviabilizar a vida no planeta.

Tudo o que discutimos até agora são questões que podem orientar sobre como usar as tecnologias na escola. Elas podem ajudar a definir os currículos (seus conteúdos, objetivos e métodos); a definir a orientação da prática pedagógica; os tipos de software educacional que devemos usar; a formação dos professores, a organização da distribuição e uso dos recursos computacionais etc. Enfim, elas podem ajudar a definir como o nosso dia-a-dia na escola deverá ser reorganizado.

Mas, finalizando, precisamos considerar que o computador é também uma importante

ferramenta pedagógica que pode ajudar a desenvolver o raciocínio das pessoas. Na verdade, acreditamos que a incorporação da tecnologia ao processo educativo cria uma oportunidade ímpar para a estruturação e implantação de novos cenários pedagógicos. Sabemos que o nível de interatividade dessa ferramenta tem potencial para produzir novas e riquíssimas situações de aprendizagem. Pelo seu potencial pedagógico, podem também ser espaço da cointegração entre disciplinas. E, por isso tudo, podem contribuir para a valorização dos educadores e para o seu reencantamento pelo ato de educar. Além disso, frente a essa interatividade, as debilidades da educação baseadas na transmissão, no treino e na memória ficam tão evidentes que é difícil não percebê-las.

Piaget já nos falava que a aceitação de erros é fundamental para a construção significativa

e verdadeira do conhecimento. Sem errar não se chega ao conhecimento. É preciso experimentar, tentar e tentar de novo. Assim o professor que vai fazer o uso de novas tecnologias de um modo proveitoso precisa perder o medo de experimentar junto com seus alunos, precisa negar o verticalismo da sua relação com eles buscando mais confiança e companheirismo. Ninguém está aqui anunciando o fim da autoridade do professor, mas sim o abandono do autoritarismo que está intrínseco ao ensino das soluções prontas e acabadas, adotadas sem crítica nem compreensão. Nem estamos advogando que tudo precise ser reinventado, pois há muitas soluções excelentes para muitos problemas. Não estamos também negando a importância do treino e dos exercícios de repetição no aprendizado. Estamos, isto sim, negando o seu uso acrítico e alienado. Acreditamos

que a aprendizagem significativa e crítica que queremos ver implementadas com as novas

tecnologias pressupõem o coletivo, a cooperação entre pessoas e disciplinas e o diálogo franco e livre.


ATIVIDADE 1

Faça uma síntese do texto que você acabou de ler colocando sua opinião sobre o assunto.

Obs: A síntese deve ser manuscrita tendo no máximo 10 linhas e constar o nome do cursista. Deverá ser entregue na próxima aula a formadora.




Elaine e Kelly

sábado, 9 de outubro de 2010

Boas vindas

Todos os cursistas sejam muito bem vindos. A presença de todos na segunda feira, foi muito importante. Estamos dando um passo importante que trarão resultados maravilhosos para nosso município.
É muito importante a participação ativa de todos, contamos com vocês!!
Esse blog será o nosso cantinho de interação e colaboração. Estaremos aqui postando recados, textos, vídeos, dicas, etc. Não esqueçam de conferir sempre seus emails, pois também o usaremos para nossa comunicação.
Esperamos que este curso seja apenas o primeiro passo em direção a um futuro diferente.
Que tal começar imediatamente? Clique em comentários, logo abaixo e se apresente.




Elaine e Kelly

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Turmas e horários para curso PROINFO

Turma A – Quarta feira – 08:00h às 10:00h – Kelly ok

Nome do professor

Escola que leciona

01

Vânia Aparecida F. Gonçalves

Yolanda Marinho Lessa

02

Bruna Mariana Borges Oliveira

Balbina

03

Kátia Heloiza Bento

Balbina

04

Rosana Pires Tonon

Balbina

05

João Paulo – Artes

Leonel

06

Jéssica Dognani de Souza Tonon

Cágado

07

Michele de Cássia Nogueira

José Domingues

08

Luciana Carreiro Fernandes

José Domingues

09

Elisabeth de Barros Amélio Silva

José Domingues

10

Paula Sanches de Medeiros

Yolanda

11

Rogério Souza Cherazi

Yolanda

12

Daniela Cristina Pimenta de Faria

Maria Virginia

13

Marcia do Carmo Santos Silva Rosa

Maria Virgínia

14

Priscila Gióia

Deduc

15

Ana Maria P.Strazzi

Maria Virginia

16

Regina Célia Vieira

Balbina

17

Maria Claudia Napolitano Pansanato

Cágado

18

Luciana Zanforlim

Camilo Golfieri

19












Turma B – Quarta feira – 14:00h às 16:00h – Elaine ok

Nome do professor

Escola que leciona

01

Elisangela M. Martins

Maria Virginia

02

Ana Claudia M. Scarme

Maria Virginia

03

Adriane Cavallaro Oliveira

Maria Virginia

04

Cristina Silveira

Félix

05

Patrícia de Oliveira

Félix

06

Karina Favaro Sanches

Cágado

07

Christienne Ribeiro Palma Cestaro

Cágado

08

Alberto Rodrigues - Artes

09

Camila Leite Boranelli

Cágado

10

Vivian Apª Melchior de Oliveira

Deduc

11

Cristiana de Barros

Camilo Golfieri

12

Regina Isabel de Campos

Balbina

13

Cláudia Rodrigues de Souza

Balbina

14

Maria de Lourdes Moreira Simões

Balbina

15

Maria Adriana de Barros G. Paschoarelli

Balbina

16

Elaine Florêncio Sanches Ribeiro

Anexo

17

Maria Regina Paladino

Anexo

18

Sandra Mara Rueda de Amorim

Anexo

19

Patrícia Martins Baracho da Costa

Leonel

20

Simone Moraes Coscarelli

Leonel

21

Andréia Morales Gonçalves Silva

Yolanda

22

Adriano Costa da Fonseca – Ed fisica







Turma C – Quarta-feira – 18:30h às 20:30h – Kelly

Nome do professor

Escola que leciona

01

Ana Maria Barbosa Lobeiro

Leonel

02

Patrícia de Fátima Andrade

Leonel

03

Roseli de Fátima Sanches

Leonel

04

Maria Thereza Chagas Berten

Leonel

05

Andréa do Carmo Almeida Amélio

Balbina

06

Danielle Silva

Gilberto Bonafé

07

Maria Magali Ribeiro

Gilberto Bonafé

08

Fátima Regina de Oliveira Cury

Gilberto Bonafé

09

Maria Apª Ferreria Alves Bomfim

Gilberto Bonafé

10

Maria de Fátima Ponqueli

Gilberto

11

Anie Aparecida de Oliveira Franco

Gilberto Bonafé

12

Deborah da Costa Furlan Rueda

Anexo

13

Rosana Godoy

Anexo

14

Rosangela Célia Ferreira da Silva

Anexo

15

Márcia Regina Testa Favaro

Anexo

16

Márcia Christina de Oliveira

Balbina

17

Patricia Alves Ferreira

José Domingues

18

Maria Joana da Silva Alves

olanda

19

Valéria Aparecida Marques Lopes – artes

Yolanda

20

Marisa M. Blanco

Leonel

21

Ana Paula Moraes

Cágado

Turma C – Quinta feira – 14:00h às 16:00h – Kelly ok

Nome do professor

Escola que leciona

01

Jacqueline Mansano

Maria Virginia

02

Renata Pansanato Motta de Paula

Cágado

03

Fábio Aparecido Gomes – ed. Fisica

04

Claudete Apª Martins Vieira Ciriaco

Félix

05

Giane Celi

Anexo

06

Maria Regina Marin Silva

Anexo

07

Catarina Apª dos Santos

Leonel

08

Juliana Muriel da Silva Ribeiro Palma

José Domingues

09

Isabella Garcia Duarte

José Domingues

10

Tereza Cristina Nardini Richard

José Domingues

11

Silvana da Motta Amorim

José Domingues

12

Danielle Medaglia Nunes Carvalho

Félix

13

Kelly Fernanda dos Santos

Yolanda

14

Flávia Lemes Brandão - artes

15

Silvia Aparecida Cabral Raposo

Yolanda

16

Rosemeire Godoy

Yolanda

17

Maria Emília Apª Motta Gaudensi

Deduc

18

Turma D – Quinta feira – 18:30h às 20:30h – Elaine ok

Nome do professor

Escola que leciona

01

Rejane Aline de Assiz Amaral

Gilberto Bonafé

02

Christienne Domingues Cardoso

Camilo Golfieri

03

Lílian Cristiane Stolses Zanforlim Spinardi

José Domingues

04

Sônia Maria Calesco A. Rodrigues

Yolanda

05

Gisleine Aparecida de Barros

Yolanda

06

Bruna Maria Silva Talarico

Yolanda

07

Eva Aparecida Marcelo Gomes

Gilberto Bonafé

08

Mercedes Apª da Silva Bueno

Gilberto Bonafé

09

Maria Conceição Raimundo

Maria Virginia

10

Helsia de Oliveira Alher

José Domingues

11

Denise C. Pereira Cassanho

Camilo Golfieri

12

Andréia Cristina Paulino

José Domingues

13

Maria Lydia Rodrigues Zanforlin

Camilo Golfieri

14

Tânia Maria Favaro de Medeiros

Camilo Golfieri

15

Daniela Miron L. R. Morales

Balbina

16

Cristina do Carmo Tarossi

Balbina

17

18

Turma D – Sexta feira – 08:00h às 10:00h – Elaine ok

Nome do professor

Escola que leciona

01

Gisele Apª Mathias de Oliveira Abras

Camilo Golfieri

02

Andreza Larissa M. A. de Brito

Balbina

03

Christienne de Oliveira

Balbina

04

Andréia Gomes Jacob

Camilo Golfieri

05

Maria Valéria de Barros Yamaguchi

Anexo

06

Paula Maria de Andrade e Souza

Yolanda

07

Maria de Fátima Vieira da S. Gaudensi

Yolanda

08

Vanessa Rosolem

Balbina

09

Renata Rodrigues

Balbina

10

Marília Hildebrand Cordeiro

Camilo Golfieri

11

Juliana de Almeida Pereira Riato

Camilo Golfieri

12

Silvia Amélia Caramaschi e Oliveira

Balbina

13

Vera Ligia Dias

Camilo Golfieri

14

Luciana Hailler - Artes

José Domingues

15

Nair dos Santos Richard

Balbina

16

Michele Rosa Leme Ghirardello

Balbina

17

Kátia Aparecida Leme

Balbina